Entre Gatos e Coelhos - Capitulo 15 - Lagrimas de Sai.





Entre gatos e coelhos capitulo 15 – As lagrimas de Sai.

O sol batia na janela do quarto, tudo se iluminava em um tom de amarelo, até mesmo os lençóis brancos da cama de Sai. Eu poderia levantar, mas parecia uma tarefa impossível enquanto os braços de Sai abraçavam-me como se eu fosse um ursinho de pelúcia, me mexi de leve o que o fez me apertar ainda mais, apenas ri de mancinho:
 - Bom dia Ai-chan... – Sussurrou Sai no meu ouvido ainda sonolento.
 - Olá querido.
 - Dormiu bem em minha cama?
 - Melhor impossível afinal, quem não dormiria com seus braços me segurando, além disso, tens um cheiro tão bom, tão doce.
 - Obrigado meu amor.
 Sai se sentou na cama e eu o segurei, não queria que aquele raro momento acabasse cedo:
 - Ai-chan, se sente bem? – Me perguntou preocupado.
 - Melhor impossível, só não quero que isso acabe agora.
 - Pare de falar besteiras! É só a primeira vez! Haverá outras!
 - Tudo que é bom, dura tão pouco... – Fiz um bico na tentativa de mobilizá-lo a ficar na cama comigo.
- Não Ai-chan, tudo que é bom, dura o suficiente para que se torne inesquecível. – Me olhou, sorriu carinhosamente e levantou para que pudesse vestir-se.
 Levantei logo após dele, apesar de não querer demonstrar, ele se sentia ansioso por conta da peça, eu pelo contrario demonstrava muito isso:
 - Ai-chan – Pegou minha mão e me encarou com aqueles olhos verdes, olhando através de mim, parecendo espiar minha alma- Vai dar tudo certo, confia em mim...
 - Eu tenho medo, muito medo...
 - Se esta em meu lado, a única coisa da qual deve temer é a si próprio.
 - E...eu.. e..u...eu – Engoli palavras como se fossem uma refeição nada saborosa que passava pela minha garganta, arranhando-a, porém foi olha para aqueles olhos verdes e eu sabia o que dizer – Sai, E... Eu...Eu te amo...
 Nesse momento senti que ele estava abalado, suas mãos amoleceram, sua expressão pacifica se abalou com o que eu havia dito e seus olhos encheram-se d’água, aos poucos um sorriso se abriu e lagrimas escorreram de forma que brilhavam com o toque do sol que passava pela fresta da cortina e tocavam o rosto dele, nunca havia visto aqueles olhos verdes tão claros como naquele momento, nunca vi a pele dele tão clara. Ele não parecia o Sai que conheci, aquele mesmo que demonstrava uma grande felicidade que nunca acabava, aquele que apenas sorria apesar de qualquer problema.
 Não! Aquele não era o Saitou que entrou na porta da escola. Aquele era um Saitou mais sensível, era vulnerável, adorável, era ... era... O meu Saitou, aquele que amo, aquele pelo qual me apaixonei, era aquele pelo qual lutaria, era Saitou, meu namorado...
 Ele me abraçou e apertou com uma força incrível, e  risonho dizia:
 - Vê essas lagrimas? São de felicidade, já ouvi tanto “eu te amo” por ai, mas só o seu, apenas o seu... é o verdadeiro.
 - Sai...
 - Fala nada não, você já disse tudo que podia dizer em apenas três palavras – Me interrompeu e continuou abraçado em mim, ele sentiu o mesmo que eu.
 Aquelas singelas três palavras não disseram só o que eu sentia por ele, disseram que eu o queria como meu,  como meu namorado e as lagrimas que escorreram pelo rosto dele, que segundo o próprio eram de felicidade, disseram o “sim”.
 Tornamo-nos um casal e eu teria de lutar contra minha própria família, contra meus próprios amigos e principalmente contra mim mesmo...


Continua....



Espero que tenham gostado do capitulo!
Não esquecem que haverá o especial sobre o Sai e o Aoi *-*!



Tirando as teias!

 Nossa, a quanto tempo não vejo isso aqui *-*, muita saudade de escrever.
 Então! como vão?
 Notaram a grande mudança de template?? ta lindo né? agradeçam a fofa da Lehh *-* (Deviantart dela :http://luaki1400.deviantart.com/ se você gostou do trabalho dela aqui tem mais informações: http://guillenguard.blogspot.com/2010/12/anunciando-parcerias.html ). ela que desenhou a imagem ali em cima que ficou muito linda.
 Bom desculpa... (HSUAHSIUAH)
 Faz tempo que não posto nada, mas de fato estou tirando esse  atraso, ja avisando, dando uma boa noticia! teremos SIM um cap 15, mas... vou abusar de vocês para que eles seja postado aqui (muwahahaha). O que proponho é o seguinte, (tri sequestrador olha só) quero 200 pessoas dentro da comunidade oficial do Blog no orkut, 200! (Link em azul)  Até agora tem 50 pessoas e não faz nem 3 dias desde a criação, obviamente estou grato pelo grande aprecio de vocês quanto a fic e fico feliz. O pessoal que me conhece ou curte a fic tá dando a maior iniciativa pra isso, tipo meu brother do Twitter @Erotonin que divulgou no seu Podcast a fic ( link do blog do podcast: http://4nimedestruction.blogspot.com/ recomendo muito) , ajude você também!

MAS TIO DAI! VAI NOS DEIXAR NA MÃO ENQUANTO ISSO???

Não!

O tio Dai deixou aqui prontinho dois especiais cada um contando a historia dos protagonistas, antes dos ocorridos relatados na fic!
 Ta bom pra vocês por enquanto?
 Não né?!

 O blog tem como tema principal a questão do homossexualismo, então também tomamos as dores por conta desse assunto, devo declarar que os próximo capítulos terão referencias ao combate a Homofobia. começando com esse vídeo que vi, e amei! Adorei a ideia!



E como eu sou uma pessoa muito má, deixarei vocês com a imagem do Cap 15 - Lágrimas de Sai. para incentivar o pessoal a entrar na comunidade!


 É isso ai, tirei as teias e arrumei a casa, próximo post especial sobre o Sai!
Bj do tio Dai pra 6 <3

Literatura Brasileira as vezes é boa -S

 Bom amores! essa semana tive o prazer de fazer um trabalho de literatura e achei em livro de contos, um conto bem legal pra vocês! Que tem muito haver com a EGEC.
Além disso queria anunciar que agora estou divulgando as minhas fics tudo de um modo novo, usando o blog Guillen Guard, pra quem quer dar dicas, opiniões e conferir novidades de todas as fics, alem de ter muito mais coisas mais pessoais do Dai aqui ^^".
Siga : @guillen_guard e o blog http://guillenguard.blogspot.com/
e me add no Nyah!: http://fanfiction.nyah.com.br/daisuke_nobuo
Aproveitem esse conto fantástico que pode se encontrado no livro Contos de amor novo da Atual editora.






Nunca mais.
Edson Gabriel Garcia

A cassa de numero oitenta da minha rua ficou muito tempo fechada. Ouvi dezenas de comentários, vindos das pessoas mais diferentes, propondo hipóteses que justificassem a causa do abandono e do sumiço das pessoas. As opiniões iam desde doenças até falência, passando certamente por incontáveis tragédias familiares.
 O tempo se encarregou de apagar da lembrança de todos nós a preocupação com a casa de numero oitenta e acabou, também, com as discussões disso e daquilo sobre a causa verdadeira.
 Essas coisas andavam bem longe da minha lembrança juvenil, vagas recordações de crianças brincando comigo, quando a casa foi tirada do silencio e aberta para alguns pedreiros e pintores. Depressa a noticia correu a rua toda e a novidade acalmou nossos corações curiosos: a família Leme estaria de volta, nas férias de julho, reabitando a velha e descuidada casa de numero oitenta. Com eles vieram de volta algumas lembranças das minhas brincadeiras de rua com as três crianças, agora já grandes, com quem tinha repartido segredos, brigas, historias e prazeres.
 Ali estava o Samuca, irmão da Raquel e da Vanessa, meu amigo preferido da infância distante. Bastante crescido, alias como eu. Pequenos mocinhos, como costumava dizer meu pai.
 O nosso reencontro foi casual, no meio da rua, ele vindo com pães e leite nas mãos e eu inda a padaria em busca dos mesmos produtos matinais. Apenas um “oi” delicada e pouco à vontade saudou nosso reencontro. Eu vi um menino de rosto muito bonito, de jeito calmo, fala mansa e andar estudado escondendo o traquinas de antes.Mas como tudo muda, eu também, certamente o Samuca de agora era outro. Nos encontramos outras vezes e, aos poucos, fomos nos aproximando um do outro, seja para poucas conversas, seja para um sorvete na sorveteria Madrugão, seja para ouvir a conversa das meninas, maiores e mais espertas do que nós.
 O Samuca era, ou estava, outro. Não era mais o mesmo peralta de antes. De comum apenas continuou o prazer que tínhamos em estar um com o outro. Claro, eu tinha outros amigos e, engraçado, com eles a conversa era outra. Com esses eu falava do meu interesse por meninas, das conquistas e progressos sexuais que eu fazia, assuntos nunca abordados com Samuca. Mas com a o Samuca, mesmo num silencio enorme que as vezes nos acompanhava, eu adorava aquela companhia pouco falante.Quantas e tantas vezes andamos pelas ruas da cidade, vendo isso e aquilo, rindo disso e daquilo, ou apenas saboreando a companhia um do outro. O Samuca sabia, como ninguém, mas mesmo silente, preencher um grande espaço dentro de mim. E eu gostava. Só não achava graça quando um dos amigos da turma da cidade, o Paulão, o Rê, o Netinho, fazia gozações acerca da nossa amizade ou insinuava ser o Samuca um “maricas”.
 Um dia senti cheiro e gosto de fim de férias. O próprio Samuca me comunicou, olhando para um lugar qualquer que eu não conseguia ver, que iriam embora no dia seguinte. Mas antes que qualquer tristeza rondasse sobre nós, avisou que deixaria o endereço para trocarmos cartas e que, com certeza, nas próximas férias estaria de volta. Fiquei com o pedaço de papel pardo onde estava anotado o endereço dele e um gosto de gramática mal explicada na boca.
 Enfim...
 Os dias sucederam-se, a vida voltou ao antes e eu esqueci momentaneamente o Samuca. Perdi o endereço e o interesse por uma carta que não criou coragem para sair. Ele também não me escreveu e a turma de amigos da cidade acabou preenchendo o espaço antes ocupado por ele.
 Vieram outras férias. Raquel e Vanessa chegaram. O Samuca não veio. Não perguntei e ninguém falou nada. Parecia estranho, mas tive a impressão de que as pessoas da família queriam ignorar ou  esquecer o Samuca.
Outras férias vieram e outras vezes Samuca foi esquecido. De informação consegui apenas uma nota de rodapé: ele estava doente e não tinha podido vir. E acabou por ai.
 Quase acabou por aí.
 Estávamos preparando a festa de final de ano, formatura da oitava serie do primeiro grau, quando o pessoal da casa de numero oitenta chegou para nova temporada. Vanessa e Raquel, quase mulheres. O casal Leme, acumulando rugas e cabelos brancos. E veio mais alguém. Alguém que despertou em mim uma espécie de amor adormecido, um amor ainda desconhecido, mas real e profundo.
 O mesmo “oi” de antes e reatamos a companhia um do outro. Não era o Samuca. Não, era o Samuca sim. Não era o Samuca da infância, nem o Samuca do primeiro reencontro. Era um outro Samuca. O rosto redondo extremamente delicado e bonito não tinha nenhuma penugem; os olhos mansos e os cabelos graciosamente compridos eram de moça. O corpo, menos desenvolvido que o meu, estava escondido em roupas largas. A voz quase nunca saia. Quando vinha, desafinava entre grave e o suave, ambos abrigando para sobrepor-se um ao outro. Continuamos juntos, estranhamente juntos. Eu sabia que o Samuca tinha por mim alguma coisa muito próxima do amor e eu também por ele um sentimento tão forte quanto desconhecido. E sabia que a cidade nos olhava com os olhos maldosos e curioso. Tive certeza disso quando uma das meninas da minha classe me perguntou debochadamente “você não vai trazer sua namorada para a festa?”. E isso nem era tão importante pra mim.
 Faltava um dia para festa quando resolvi convidá-lo. Falei com ele, num banco da praça, onde costumávamos conversar. Samuca pegou minha mão esquerda, meio desajeitadamente, fez uma leve pressão com seus dedos, aproximou-se do meu rosto e senti sua respiração pausada e quente. Íamos nos beijar, se ele não recuasse a mão e o rosto e decretasse:
 - Acho que não podemos.
 Não encontrei argumentos, nem a favor nem contra a decisão dele. Não os tinha, não os conhecia. Sabia apenas do que sentia por ele.
 Samuca ficou calado, assim foi para sua casa e de lá não saiu mais até o fim de janeiro.
 Nunca mais o vi.
 Até hoje, três anos depois, não assimilei o golpe. Não tenho namorada. Nenhuma garota fez renascer aquela emoção desconhecida, mas grande e real, que senti por Samuca.

Entre Gatos e Coelhos capitulo 14


Entre Gatos e Coelhos capitulo 14
Relações Parte 2

Entramos na sala de aula e como algumas alunas haviam visto a cena na entrada da escola e ficaram nos olhando meio atravessado, uma delas me perguntou o que havia acontecido eu só disse que o Sai era muito brincalhão, ela não engoliu muito bem, mas não houve problemas quanto aquilo.
A professora Kuahi (que andava muito triste com o sumiço da professora Ryukitsu) anunciou que a peça seria no dia Seguinte, o momento tão esperado por todos estava chegando, eu também estava muito ansioso por aquilo, foi então que Sai disse:
- Ai-chan, estou com medo e nervoso!
- Como? Pode só ser ansiedade Sai querido!-Sorri com os olhos fechados, mas sentia a mão dele tremendo junto a minha.
- É que ando esquecendo facilmente das falas, não sei se irei conseguir.
- A gente pode ensaiar mais depois da aula, talvez isso ajude.
- Acho que é um período de tempo muito curto Ai-chan, talvez se você dormisse em minha casa!
- Mas... – Nervoso não sabia o que responder, estava com muito medo do que podia acontecer. - Eu não sei se devo, pois...
- Ai-chan! Tenho certeza que será muito legal! E que nós vamos dar o melhor de nós para que amanhã não aconteça de esquecermos as falas.
- Mas...
- Certo! Você dorme em minha casa hoje!
Liguei para minha mãe no intervalo, ela disse que tudo bem, mesmo eu desejando que ela falasse não, eu estava apavorado, pois com certeza Sai não iria agüentar e teria vontade de transar comigo.
- Bom! Vamos! – Disse Sai empolgado com a idéia de que eu passaria a noite lá.
- OK! Mas quanto ao Aki?
- Ele vai passar a noite na casa de seu novo amigo, tal de Yamata ou coisa assim...
- Hum! (que ótimo, nem o Aki para me ajudar!) – Foi meu pensamento na hora, apavorado ainda com a idéia.
Chegamos na casa dele, onde eu só imaginava uma grande toca de gato e eu sendo um coelhinho indefeso. A mãe de Sai sempre bem receptiva logo me deu as boas vindas e me apavorou ainda mais dizendo “Espero que aproveitem muito bem a noite”. Cada vez mais as horas passavam e a noite chegava com uma velocidade tão grande, nós permanecíamos ensaiando e nem um beijo ainda havia acontecido, eu ainda estava com receio nos momentos em que ele me tocava, parecia que qualquer hora iria me levar para cama.
A noite cobre o ceu de preto e eu e Sai estávamos no quarto dele ensaiando ainda, muito cansados, mas ainda estávamos lá. Sai deitado na cama lendo o roteiro e eu no chão, eu já não estava mais tão apavorado até que ele disse:
- Ai-chan, por que não se senta junto de mim? Juro que não mordo! E o chão pode estar gelado, vai acabar pegar uma gripe.
- Estou bem aqui, obrigado por se preocupar.
- Ai-chan, esta com medo de mim não é?
- Por que acha isso?
- Desde que chegamos, nem um beijo me deu, e cada vez que toco em você, te sinto mais distante. Te fiz algo?
- Vou ser bem franco com você, estou com medo sim, é nossa primeira noite juntos e tenho medo do que pode rolar.
- Ai-chan, acha que eu faria algo que você não quisesse fazer?
- Bem... Não, mas o medo ainda reside.
- Entendo, senta aqui, eu te peço carinhosamente- Sorriu de uma forma que não pude dizer não, enquanto falava abria as pernas sentado, batendo a mão na cama pedindo que eu sentasse a sua frente.
Me sentei e ele me abraçou na altura da barriga, me cheirou o pescoço e no meu ouvido de mancinho disse:
- Não é tão ruim, talvez possa doer, mas se você confiar em mim, será prazeroso tanto pra mim quanto pra você, o que me diz? Quer tentar?
- Não sei...
- Decifra-me ou Devoro-te...
Eu me senti pressionado, mas as mãos do Sai, que passeavam pelo meu corpo enquanto eu pensava não deixaram eu dizer não também. Foi então que Sai pos as mãos no meu cinto, eu pus as minhas tirando as dele, ele me olhou e disse:
- Entendo...
Eu por um impulso abri o sinto e logo tirei minha calça, ele me olhou e sorriu como quem dizia “Agora você é meu”, as mãos dele tocaram meu rosto lentamente, acariciando cada curva dele, ao olhar para ele um beijo recebi, e naquele ritmo lento e delicioso dançávamos a dança do amor. Ele desabotoou minha camisa e a retirou juntamente acariciando meu ombro, logo deitamos e nus estávamos, ele estava em cima de mim e eu sentia que ele estava bem disposto a transar comigo. Os lábios dele passavam pelo meu pescoço, beijando-o lentamente, me causando arrepios, me deixando excitado também, enquanto isso as mãos dele acariciavam meu corpo, minha barriga e meu rosto. Sai num leve movimento na minha falou:
- Feche os olhos e vire-se...
Não neguei ao pedido carinhoso do meu companheiro e com carinhos e mais carinhos logo me senti com muito prazer.
Sai sabia como, e quando fazer, era habilidoso com carinhos e toques, a noite passou que nem vi, e dormimos abraçados logo após transarmos.
Nos meus sonhos só ele predominava e a frase da Esfinge “Decifra-me ou Devoro-te”.

Continua ...

Mais explicações Dai?




Simm!! mais explicações meus queridos, e não se preocupem, essa semana vai ter sim Capitulo, ta aqui escrito e bem guardadinho pra vcs, porem ainda tenho uns ajustes.
Vim aqui ja indo divulgar minha nova fic \o\
Semana quem vem começo a publicar em um novo blog, minha nova fic, chamada " The Demon Hunter of Artel", só pelo nome se nota ser uma aventura, então ta ai a dica, mais possivelmente domingo estarei disponibilizando o review ^^". E não pensem que vo abandonar a EGCE ta?
É isso, e aguardem essa semana ainda tem cap aqui na EGEC! Abraço do Dai ^^!


A imagem do próximo capitulo pra deixar vcs ansiosos que tal?


Vamos conversar um pouco?

Então pessoal, beleza? decidi fazer um post pra ver como anda a reação de vocês quanto a fic.
Gostaram da idéia das imagens né?.... Eu amei, e tbm é legal ficar catando elas ^^"

Bom a fic ganhou um numero grande de leitores nesses últimos meses, e até no recanto das letras não venho postando muito, devido a grande falta de abuso, ou seja, preconceito.
A minha principal proposta, quando criei a EGEC (abreviação de Entre Gatos e Coelhos, carinhosamente feita por fans) era de quebrar essa barreira que existe hoje em dia. Só porque se trata de um romance homossexual não quer dizer que não seja romântico, ou que não seja lindo, até recebo vários comentários das meninas, dizendo que é muito fofo e tudo mais.
Até o capitulo 9 a fic teve coisas baseadas em fatos reais da minha vida (e não, não rolou a cena do banheiro rsrsrs), e que eu quis dividir com as pessoas, pois sabe, já vi que minha fic ajudou muita gente com duvidas, conheci pessoas que se diziam heterossexual e agora gostam de meninos.
Eu admito também, que a fic criou uma imagem "Gay" pra mim, mas bem eu não sou gay sabe, mas não tenho preconceito com quem é. Por mais que eu tenha um jeitinho afeminado e que goste de gays (lésbicas,bi, simpatizantes e etc) me chateia ouvir isso de algumas pessoas.
Esses dias fui ficar com uma menina e ela não quis, porque até agora acha que eu sou gay, que infantilidade, e se fosse?Acho que não haveria problema não é?
Saindo da minha vida pessoal e indo pra fic, agora estamos no Cap 13, falta muito pouco para o Cap 15, que posso dizer que, vai ficar muito triste, até o fim até, porem... não fiquem ansiosos, a muita areia pra rolar e quem saiba eu seja bonzinho com o Ai-chan ^^"
Bom do mais eu só peço que comentem, que me digam algo ou dêem alguma sugestão, afinal, sem vcs nada disso seria possível ^^"
Um Forte abraço do Dai e até a próxima \o\!

Entre Gatos e Coelhos- Capitulo 13


Entre Gatos e Coelhos – Capitulo 13

Relações – Parte1

- Aoi, você tem que parar de se apoiar em pessoas, aprender a anda sozinho, se você ficar dessa forma, vai acabar caindo e talvez um dia não ache ninguém para te escorar novamente.
A professora estava certa, eu precisava crescer, mas antes tinha que me preparar.
- E ainda tem mais,o grande dia em que você deve se revelar está muito próximo, então se prepare, pois pelo que sei, não será nada fácil. – Falou a professora.
- Eu queria entender apenas isso, porque não é tão fácil? – Perguntei a ela.
- Não acha que se fosse, não seria menos divertido?
Aquilo me fez pensar no porque de eu não gostar das meninas da escola, pois estava na cara, o que eu procurava era um desafio, algo impossível, uma aventura, um romance quem sabe e elas não me davam isso, eram fáceis de mais e fúteis. Quando vi Sai, vi tudo isso nele, vi ali minha aventura.
- Tenho que ir, foi bom poder me despedir de ti Aoi, - Falou a professora com um ar triste - mas agora realmente devo ir, espero te ver novamente algum dia.
- Digo o mesmo... – Chorando abracei ela por muito tempo e muito forte.
Voltei para onde Sai se encontrava e ele logo perguntou:
- O que aconteceu meu Ai-chan? Está triste... Te fiz ou falei algo inapropriado?
- Não é que, está chegando à hora...
- Que hora?
- A de eu assumir tudo isso, estou com muito medo – O abracei forte e chorando – e não quero te perder.
- Me perder? Como acha isso? Mesmo que eu esteja infinitamente longe de ti, mesmo estando com outra pessoa, o único que no meu coração reside é você e sempre será você e disso jamais abrirei mão, e sabe por quê?
- Por quê?
- Porque te amo! Seu bobinho – Me beijou e sorriu como se nada tivesse acontecido.
Mais tarde voltei para cara e minha mãe logo perguntou:
- Onde estava?
- Bom eu sai com uma amiga e nós acabamos ficando e eu não vi o tempo passar.
- Por que teu celular estava fora de área?
- Bom fomos a um parque, acho que lá não tem a cobertura não é?
- E me conta como ela é? Bonita? Carinhosa?
- Sim, é linda, loira de olhos verdes, cabelo curto e carinhosa seria muito pouco para descrever a forma que ela me trata.
- Ah! Pensa em namorar com ela?
- Se ele aceitar...
- ELE?!
- Er.. Quis dizer... Ela, ela!
- Ah! Bom...
- hehe- Nervoso sorri e fui para meu quarto.
No dia seguinte, lá estava Sai, na frente da escola com os braços abertos para um abraço apertado, no abraço ele quase me agarrou e eu o xinguei e pedi para que não fizesse mais isso, ele sorriu e disse:
- Um dia, farei isso na frente de todo mundo!
E eu, me assustei...

Continua...

Entre Gatos e Coelhos- Capitulo 12


Entre Gatos e Coelhos- Capitulo 12

Seme e Uke (?)

- Você está apaixonado por... Mim? – Respondi assustado para Aki – Mas como? Isso é impossível! Não te dei motivo nenhum eu nem ao menos falei muito com você.
- Eu sei que não, eu entendo o que diz, mas – Aki abaixa a cabeça e com um olhar emocionado fala – é que você é lindo e fofo, carismático e seu sorriso é tão intrigante, faz com que eu pense no porque da sua felicidade.
- Aki, eu não posso, eu te..tenho outra ... pessoa – Envergonhado falei- e o a amo, mesmo ela sendo meio estranha comigo às vezes.
- Ai-chan, me desculpe, eu achei que você por ser amigo do Sai, também fosse como nós.
- Er... – Quando eu ia acabar de falar Sai chegou interrompendo a conversa.
- Aki, como Ai-chan deve ter te falado, eu vim de pedir desculpas.
- Veio? Ah! Ótimo! Está desculpado Sai! – Aki deu um sorriso enorme e feliz e eu com a cabeça baixa ainda.
- Ai-chan, está bem? Parece assustado! – perguntou Sai preocupado comigo.
- Estou bem, só um pouco com dor de cabeça.
Voltei para meu lugar e Sai saiu do lado de Aki e foi sentar do meu lado.
- O que você disse para o Aki para vir sentar aqui sem que ele desconfiasse?
- Simples, eu disse que vim aqui te da uma força. – Sai sorriu e pegou na minha mão.
Após a aula houve mais um ensaio da peça, as coisas iam bem em relação à peça, não havia nada de mais no roteiro e ninguém falava nada sobre meu papel e o de Sai, as meninas quanto fazíamos à cena do quase beijo, quase morriam gritando “AI CHAN E SAI CHAN AAAAAAAA QUE FOFOOOOOOOOOOOOOOOO!” era meio constrangedor e engraçado.
Saímos da escola e fomos a Pandora, estávamos lá, felizes e contentes, passando aquele tempo juntos, as mãos dele sobre as minhas, os abraços, os beijos, tudo estava perfeito até que Sai resolveu tirar uma duvida que lhe assombrara:
- Ai-chan, quero saber uma coisa...- me olhou envergonhado.
- Fale Sai.
- Você é Seme ou Uke? Ou os dois?
- Seme? Uke? Não te entendi.
- Seme é o ativo de uma relação Homossexual e o Uke é o passivo.
- Er... – No momento me abracei nele e coloquei meu rosto no ombro dele de tanta vergonha, agoniado falei- é que eu ainda, sou... err... virgem.
- Ah! Desculpa pela pergunta, mas se temos um relacionamento, eu precisaria saber...
- Mas, eu realmente não sei se no momento estou apto a responder...
- Isso só há um jeito de descobrir.
- AH! Não pense em me propor isso! –Irritado gritei com ele.
- Calma, eu não acho apropriado termos esse tipo de relação agora também, eu só ia dizer para você se informar melhor, se descobrir.
- er... e você? O que é?
- Um pouco dos dois.- Sorriu tímido mas também feliz.
- Eu vou tomar água – Falei pra poder sair um pouco do assunto.
No caminho encontrei a professora Ryukitsu que estava pendurando uma fita vermelha na arvore das tristezas:
- Professora? O que aconteceu?
- Ai-chan, que surpresa! Bom o conselho de professores descobriu meu caso com a professora Kuahi, eu vou ser transferida para outra cidade...
- Mas professora, eu sem você não vou conseguir!
- Não há alternativa, Ai-chan, está na hora de você aprender a ser forte só, e depender a si mesmo, no nosso mundo as coisas não são nada fáceis, então se esforce, e vença todos os obstáculos.
- Mas sem você eu não sou nada, eu perco... meu chão! Professora, o que faço? Eu não sei ser forte!
Falei chorando, e ela sorriu dizendo...

continua...

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Demorou muito mas está aqui ^^"
cap 12 bombando então HSIUAHSIUAH
enfim, desculpem pela demora, foi pq eu ando trabalhando muito e tbm escrevendo outra fic, a Demon hunters of Artel, que eu to preparando para o mes que vem, entaõ fiquem atentos, fora isso espero que estejam gostando e que não briguem comigo, a parte triste ta chengando T.T SHAUIHSIUAHIAUS
abraço do Dai <3

Entre Gatos e Coelhos- Capitulo 11


Entre Gatos e Coelhos- Capitulo 11


Mais um Problema

Mais um dia começava e as coisas já estavam diferentes, eu acordei mas não quis ficar parado, pulei da cama e logo me vesti, peguei uma das torradas e corri para escola, cheguei cedo e sai não havia chegado ainda, então o esperei no mesmo lugar que ele sempre me esperava.
Quando ele chegou me viu e me viu lá, foi correndo, então abri os braços e esperei pelo abraço dele, ele parou na minha frente e sorriu dizendo:

- Um dia a coisa sempre inverte não?
Logo que acabou de dizer isso, me abraçou bem apertado e no meu ouvido bem baixinho disse:
- Me encontre em Pandora após o ensaio.
- Com certeza!

Eu respondi com toda certeza do mundo, imagine, não perderia sentir aquilo tudo novamente.
Durante a Aula, Sai estava sentado com Aki, mas o bom de tudo é que ele nem se quer fez ciúmes para mim, Aki já estava hospedado em outro lugar e não mais na casa de Sai.
No recreio Aki me procurou para uma conversa:

- Aoi! Como vai?

- Aki! Pode me chamar de Ai-chan como os outros.

- Ok Ai-chan! O que tem feito após a aula?

- Bom tem o ensaio da peça e eu e Sai costumamos ir comer alguma coisa juntos.
- Legal! Mas por que não me convidam para ir junto?

- Er.. –Fiquei vermelho- É que é mais para nós mesmo, gostamos de falar sobre a vida alheia e falamos de você às vezes, não seria legal falar das pessoas com elas por perto.
- Meu Deus! Isso é horrível!

- O que? – Apavorado perguntei.
- Você diz que fala de mim pelas costas!

- Nós falamos, mas não mal. – Falei sorrindo.
- Então! Não vejo porque de eu não ir almoçar com vocês.
- Não gostamos de comentar na frente das pessoas o que conversamos.

- Isso mesmo meu Ai-chan- Falou Sai que estava chegando.- Pense, se você não gosta que a pessoa saiba, nunca fale na frente dela.

- Mas se são coisas boas.

- AKIHARU! JÁ DISSE! NÃO! – Gritou Sai.
- Ok.
Aki baixou a cabeça e foi embora.
- Estou ansioso por depois.
- Sai, não haja dessa forma com o Aki, ele só quer voltar a se enturmar aqui.
- Eu sei Ai-chan, mas as vezes ele insisti muito.
- Peça desculpas a ele.
- Não, ele é o culpado.
- Se você não vai, eu vou.
Fui atrás de Aki, ele estava na sala meio triste, então fui falar com ele.
- Aki, está tudo bem?
- Não, não está Ai-chan...
- O que você tem?
- Estou apaixonado....

- Pelo Sai?

- Não! Por você.



Continua....

Entre Gatos e Coelhos- Capitulo 10


Entre Gatos e Coelhos- Capitulo 10


E o Gato pegou o Coelho


Sai queria me dizer algo, então me levou para uma sala escura que já estava fechada, estava vazia, ele me olhou e disse:

- Esperei tanto por esse momento, você não faz idéia o quanto.
Me jogou contra a parede me olhou nos olho e devagar se aproximou, seu olhos se fecharam junto aos meus, já estava sentindo sua respiração junto a minha e em uma fração de segundos seus lábios estavam junto aos meus, o corpo dele se aproximou do meu, as mãos dele tocavam meu rosto em forma de carinho, os lábios dele dançavam no mesmo ritmo que os meus e tudo se reduziu naquele momento, quando paramos o beijo ainda próximos, sorrimos um ao outro e logo nos beijamos de novo.

Ficamos muito tempo lá, parecia que já nada era tão importante para nós a não ser que estávamos juntos então. Estávamos logo sentados no chão, eu sentado na frente de Sai e ele me abraçando, enquanto isso ainda passava as mãos no meu rosto, ou esfregava sua bochecha na minha, assim como gatos fazem. A beleza do momento nos fez esquecer o ensaio da peça (Bom na verdade eu sabia que havia ensaio e aposto que ele também, mas não queríamos desperdiçar aquele momento tão lindo).

Eu tinha que pedir algo a Sai, mas tive medo da reação dele ao saber o que eu queria pedir, mas mesmo assim, entre aquela troca de carinhos eu resolvi falar:

- Sai, posso te pedir uma coisa que até é um tanto chata?

- Claro. Se estiver ao meu alcance com certeza farei Ai-chan.
- Eu quero muito estar com você sempre, seus carinhos são muito bons, seu beijo não há explicação para o que sinto, mas há o problema muito grande chamado preconceito...

- Está me sugerindo um namoro escondido, Certo? – Falou Sai me interrompendo- Se é, fica tranqüilo, por mim tudo bem, desde que não seja eterno, odeio coisas às escuras.
Eu sorri e o beijei, mais tardes saímos de lá e na entrada estava meu irmão que ocasionalmente estava passando ali e perguntou o que eu estava fazendo com ele até àquela hora na escola, eu e Sai não tínhamos nenhuma resposta lógica. De repente a professora Ryukitsu nos abraçou por trás e disse:

- Excelentes desempenhos no ensaio meninos, estão de parabéns! Essa peça será muito boa se depender dos dois. - Depois de falar isso ela piscou para mim.

- É sim professora! A gente faz o que pode. - Falei a ela.
Meu irmão ainda tinha suas duvidas, mas creio que ele era burro o suficiente para acreditar, mesmo vendo que só havia nós três na escola.
Como ele já tava ali, me despedi do Sai e aproveitei e voltei para casa com meu irmão, que vinha me perguntando muito sobre a peça, mas eu não disse nada (até porque eu não sabia). Foi então que ele falou:

- Então, sabe aquela menina loira da minha sala? Aquela que você achava linda e tinha namorado e tal?

- Sei sim, o que tem ela?

- Bom, ela largou o namorado, ele traiu ela sabe, e eu tomei a iniciativa de ir fazer seus lados com ela.

- VOCÊ O QUE?!- Gritei na rua e algumas pessoas começaram a nos olhar, logo inventei um desculpa para não parecer ilógico o que eu havia falado- Eu to concentrado na peça, estou mal em algumas matérias, preciso recuperar as minhas notas!
- Mas você sempre foi bem na escola, além disso, faz quase uma semana que você não vai mais no posto!
- Eu sei, pois ando sem vontade.
- Você está apaixonado pelo loirinho não é?

Quando ele me fez essa pergunta, eu cai no chão e fiquei sem reação, não sabia se falava a verdade, se sorria ou se chorava, eu simplesmente cai e meu irmão falou:
- Nossa você chegou a tropeçar, eu sei, foi uma piada muito engraçada!- E começou a rir até a minha casa.
Deu vontade de matá-lo naquela hora, mas só de sentir aquele medo, fiquei um tanto apavorado e imaginando “ E agora?”


Continua...


Então, estão gostando? Que coisa não? Eu queria dizer que amei escrever esse cap, consegui me sentir no lugar do Aoi, espero que vcs tbm tenham sentido isso, pq é magnifico mesmo.
Queria falar tbm que não curti o resultado de postar os capitulos no site Recanto das Letras, umas pessoas agiram com preconceito e isso não foi legal, porém não é por isso que vou deixar de postar lá, afinal, assim como tem gente que não gosta, tbm tem gente que gosta ^^"
Abraços do Dai!

Entre Gatos e Coelhos – Capitulo 9


Entre Gatos e Coelhos – Capitulo 9


Os Diretores também choram.

Sai estava querendo me levar até “Pandora”, mas eu não fazia idéia de onde ficava então no caminho ele falou:
- Eu andei pesquisando, é eu fiz isso mesmo não gostando de estudar, enfim, descobri que alguns anos atrás um rapaz se matou enforcado aqui na escola, a escola escondeu isso dos alunos novos, para não assustá-los e criarem lendas e coisas do tipo.

- Isso é verdade?

- Sim! E têm mais, alunos tristes chamam esse lugar de Pandora, por causa da historia da Caixa de Pandora, lembra?

- Sim, lembro!
- Então, eles vão lá e amarram fitas vermelhas toda vez que choram, o por do sol visto de lá é lindo!

- Nossa!

Era uma historia fantástica, mas difícil de acreditar, alem do mais eu nunca ouvi falar disso.
Saímos para o pátio da escola e no canto do pátio havia uma moita alta tampando uma parte da grade, ele puxou um pouco do mato e ai pude ver um buraco na grade, passamos pelo buraco e continuamos andando até chegar a uma porta, ele com um grampo a abriu e lá se revelava um corredor com uma forte luz no fundo, andamos até lá, chegando lá vi um imenso campo que era muito elevado, parecia uma duna de areia coberta com verde de grama, subindo e bem no centro da montanha tinha uma arvore, bem grande e firme, nos galhos varias fitas vermelhas amarradas o vendo batia e fazia como se eles dançassem, embaixo dela estava o diretor Matsuma, que acabará de descer da arvore logo perguntamos a ele o que ele fazia ali, ele respondeu:

- O diretor de escola também tem direito de chorar.

- Mas... Por quem está triste Sr. Matsuma?

- Por mim mesmo, se você conhece esse lugar, sabe da historia... Eu era o melhor amigo dele, não conseguir evitar a morde dele.
- Consigo entender.
Sai mostrou que o lugar realmente era lindo e ficamos até o fim do intervalo, voltamos para a sala depois disso.
Na sala, Sai voltou a sentar com Aki, que parecia preocupado, mas não dei bola.

No fim da Aula puxei Sai para um corredor e falei pedi um pouco do tempo dele, agi por impulso.

Falei a ele:

- Precisamos conversar!

- Ta ok! Mas me solte, odeio quando me puxam. -Respondeu irritado ao mesmo tempo assustado.

Sentamos no chão e com a cabeça baixa falei:

- Eu sei que nunca te falei diretamente isso, sei que vai ser difícil, muito difícil mesmo, mas eu não to agüentando, eu vou explodir se não falar isso para você...

- O que quer me dizer? – Ele me olhou e eu olhei diretamente para ele.

- Eu gosto de você. - com muito vergonha disse a ele logo com o rosto vermelho.

Ele se virou para frente como se fosse pensar sobre algo e eu me deitei no ombro dele esperando uma resposta.

- Ok, vamos falar melhor sobre isso...

Sai disse isso e olhou para mim como uma cara muito seria.


Bom eu sei que eu não ia postar essa semana, mas muita gente me pediu né, e também por causa da Sasu que implorou praticamente (hauidhaiuhiudhas), Então especialmente para aqueles que pediram e para Sasu, ta ai o Cap 9, outra coisa que é legal de mencionar, é que a partir daqui tudo se torna mais inventado, antes eu me baseava em historias reais e agora vai vir tudo da mente! Então aproveitem e me encham!

Entre Gatos e coelhos- Capitulo 8



Entre Gatos e coelhos- Capitulo 8



Pandora



- AKIHARU! – Sai gritou espantado ao ver Lennon.- o que está fazendo aqui?

- Como soa tão bem alguém me chamar assim, faz muito tempo que não ouço esse nome. -Eu fiquei confuso.( o nome dele não era Lennon?)

Sai ainda estava se reação e sem o que falar, enquanto Lennon ficava com um sorriso fofo na cara.

- Você não vai me abraçar como fazia antigamente?- Perguntou Lennon a Sai.

- Não deveria ter avisado ao menos uma semana antes de vir?- Sai perguntou com medo da resposta.

- Eu avisei sua mãe não te deu o recado?

- Sai, você passou a semana fora de casa, e eu te avisei hoje que ele havia ligado. - Respondeu a mãe de sai.

Por mais que fosse confuso, fazia sentido, afinal, onde Sai estava?

- Sai, eu vou indo, acho que não é uma boa hora para ficar aqui sabe, acho que você e Lennon tem muito a conversar... - Falei a Sai me retirando, Lennon logo me interrompeu dizendo:

- Hey, espere não me chame de Lennon, esse nome é tão nojento, me lembra onde nasci, chame-me de Akiharu, ou de Aki, como você achar melhor. - E mais uma vez aquele sorriso fofo ele fez.
- OK, Prazer Aki, me chamo Aoi.

- Mas pode chamá-lo de Ai-chan. - Falou Sai me interrompendo.- fique Ai-chan, eu imploro, Aki já está de saída não é?

- Na verdade não, eu irei ficar na sua casa provisoriamente. - Falou Aki.

- Bom, então é isso, nos vemos na escola Sai. - Eu falei para Sai, logo Aki pulou dizendo:

- Legal! Eu também estou indo para a mesma escola de vocês!

Naquele momento pensei “Legal, agora meu rival está morando com ele e ainda vai estudar junto a nós, tem como ficar pior?” e daí foi que Aki falou:
- Além disso, trouxe seu chocolate favorito Sai!

Logo vi coraçõezinhos nos olhos de Sai olhando os chocolates, dei tchau e me despedi, no dia seguinte teria que superar os ciúmes.

Não consegui dormir pensando no que os dois poderiam estar fazendo juntos, medo sim, senti, senti muito medo de perdê-lo naquele momento. De manhã comi apenas uma torrada, não tomei o café, peguei a pasta e parti para a escola com medo.

““ Ao chegar à entrada Sai não estava me esperando, quando passei pelas meninas elas não gritaram por “Ai-chan”, mas cochichavam algo como” Ai-chan parece triste”. Na sala de aula Estavam Aki e Sai sentados um do lado do outro conversando, eu cumprimentei os de longe, Sai me olhou como se estivesse se perguntando “o que será que aconteceu?”.
A aula foi triste, pois sentei só, as meninas já não me davam mais tanta bola, de tanto que as desprezei. O dia ficava mais triste a cada momento, decidi que na hora do recreio ia até o terraço descansar, ou ao menos tentar.
O sinal bate e eu subo até lá, o vento, o silencio, tudo estava perfeito, já estava me sentindo melhor até, mas sinto um dedo na minha testa e ao ver vejo de cabeça pra baixo aquela cena do Sai agachado me acordando.

- Parece chateado com algo. - Falou Sai com um ar de felicidade.

- Não estou só não tive uma boa noite.

- Seu ciumento!- Ele riu e me ajudou a levantar. - Vem, tem um lugar que quero que conheça.
- Um lugar? Onde?

- O lugar que eu fiquei durante a semana toda.
- E onde é isso?

- Aqui na escola mesmo.

- Mas... Eu conheço essa escola dos pés a cabeça.

- Então vai saber onde fica a “ Pandora”.
- “ Pandora”?
Eu não sabia onde era e confesso que fiquei com medo de saber onde fica, mas resolvi dar o braço a torcer, e ver onde era.



Então esse foi mais um capitulo, espero que estejam gostando, estamos quase na metade da historia, ou melhor dizendo, na parte boa!
Novidades, agora coloquei ali um indice, pq muita gente vem se perdendo ao ler e semana que vem não tem capitulo, por conta do evento que vai rolar certo?
Abraço do DAI-CHAN!!

Entre gatos e coelhos – Capitulo 7



Entre gatos e coelhos– Capitulo 7


Na toca do Gato.


Mais um dia normal se iniciava, e mais uma vez, lá estava Sai no portão, esperando um abraço, mas eu não o neguei, corri e pulei nele dando um grande e apertado abraço, ele por sua vez fez o mesmo, e agiu com tanto carinho, foi gostoso sentir-me novamente nos braços dele.
- Sai, preciso conversar com você sobre algo, que seja em particular.- Falei enquanto o abraçava.

- Claro! É tão serio assim?

- Sim.

Durante a aula sentamos um ao lado do outro, ficamos acariciando nossas mãos por baixo das classes.
No recreio sentamos na mesa que estava longe da mesa dos “POPS” e que meu irmão estava (me olhando com uma cara de bunda). Logo resolvi contar ao Sai sobre minha família, e ele, me contou da dele:

- Bom no começo é difícil mesmo, o pessoal não curte, nunca vai curtir por inteiro, sempre haverá um ressentimento sabe? Mas minha família já se acostumou e sabem que isso vem de mim, que é uma escolha minha, e me enxergam feliz com isso.

Eu me impressionei com o que ele disse, pois como seria legal ser livre para ter ele comigo, mas logo já sabia que comigo seria diferente.

Saímos da escola e Sai me convidou para ir a casa dele, conhecer a família dele, eu não quis aceitar no momento, mas ele insistiu tanto que não recusei. Pedi para meu irmão avisar nossos pais, disse pra ele avisar que ia fazer um trabalho com o Sai e que chegaria em casa logo.
No caminho Sai me contou muito sobre seu passado, e falou sobre Lennon, um antigo namorado dele que era americano e que no momento que a família dele descobriu dos dois, voltaram para os EUA, para evitar que os dois pudessem ficar juntos, mas ele falou que Lennon prometeu voltar para os dois ficarem juntos, mas ele já não tinha mais essa esperança.

Chegamos a casa dele e eu fiquei tímido até ao pisar na calçada, a mãe dele nos recepciona e me cumprimenta, como se eu fosse um convidado muito bem vindo:

- Que bom que tu vieste para comer junto a nós, estamos festejando hoje e provavelmente teremos um bom banquete a tua espera! Alias, Sai qual o nome dele?

- Aoi, prazer senhora...? – interrompi Sai de falar meu nome e logo me apresentei.

- Não precisará saber meu nome, acredite, é o melhor a se fazer.

Eu não entendi o porquê que ela falou isso (e provavelmente você também, porém mais tarde talvez você assim como eu, descubra).

Ela completou olhando para Sai e dizendo:

- Lennon ligou e disse pra você retornar o mais rápido o possível.

- Eu não irei retornar ligação nenhuma- Sai respondeu com mau humor- ele não me da noticias desde que se foi, me esqueceu, porque eu devo dar noticias minhas a ele?

- Porque me sacrifiquei tanto para voltar, para você, para estar com você, para ter você e aqui estou novamente. - Disse a voz que estava atrás de mim.

Era Lennon, que havia voltado, Sai ficou pasmo, sem reação e eu, com muito ciúme, mas muito ciúme mesmo.

topico explicavo

POVÃOOOOOOOOOOOOOO saudades?

eu senti =B.
Enfim, só pra avisar que eu tava puta ocupado com meu outro blog e com os afazeres do Fc do bou(zinho inho lindinho- ALOK) e que vou voltar a escrever, alias, amanhã capitulo 7 *-*, novidades, agora tem fotenhas lindas *-*, eu achei por ai na interneta sabe =B

então é isso bj povo =*

Entre Gatos e Coelhos – Capitulo 6

Entre Gatos e Coelhos – Capitulo 6

Nascem novos (grandes) problemas


Eu e Sai estávamos em um beco sem cachorro, mas como essa historia o cachorro ainda não apareceu, ainda não vamos falar dele.

Meu Irmão estava chegando cada vez mais perto e Sai teve uma idéia, ele me pediu para mim subir no vazo e me abaixar, como o banheiro era muito apertado, ele esticou as pernas e escorou as costas na parede, subiu e ficou usando as pernas para ficar escorado na parede.

Meu irmão olhou e não achou nada, logo entrou no banheiro ao lado e urinou, ficou um tempo e Sai já estava ficando com as pernas cansadas, estava escorregando e a qualquer momento ele iria cair. Meu irmão, para facilitar, não lavou as mãos (que nojento, nunca mais apertei a mão dele).

Após meu irmão ter saído, eu e Sai começamos a rir da situação, e ele, escorregou e caiu, eu tomei um grande susto e cai em cima dele, e lá estávamos nós, novamente em uma posição constrangedora.

Nossos rostos estavam mais próximos que na primeira vez, e ambos estávamos prontos para nos beijar, mas o sinal não nos deixou a vontade para isso e voltamos para a sala, no corredor a professora Ryukitsu nos encontrou e perguntou como tudo tinha acabado, sai respondeu com um gesto, me lambeu o rosto, confesso que me apavorei nessa hora, não sabia o que fazer e me impressionei com o ato do Sai, a professora sorriu.

No caminho, meu irmão comentou que estava me procurando e eu nem bola dei, eu fiquei pensando naquele quase beijo, no toque, querendo senti-lo novamente. Meus pais perguntaram como havia sido a aula, eu respondi que foi normal e meu pai falou que algo estava errado e que eu parecia no mundo da lua.

Mais tarde eu estava vendo um programa com todos da família quando passou algo falando sobre homossexualismo na televisão, todos começaram a falar sobre, mas estavam falando mal, eu me senti estranho e com medo, vi que não ia dar certo, enquanto falavam à vontade que eu tinha era de gritar “PORRA EU SOU! BANDO DE IGNORANTES”, mas isso derrubaria não só a mim, mas ao Sai também. Calei-me e sai da sala, meu pai me perguntou o porque e eu disse que iria fazer o dever de casa, eles nunca notaram, mas eu nunca fiz o dever.

Ali, já notei a maior das minhas dificuldades, porem estava afim de sentir aquilo que senti com Sai naquele momento tão mágico.

Continua...


espero que estejam gostando! =]
E beijo pro pessoal do Chat da TKJ =]

Post, especial super explicativo (não tão explicativo)

Bom tirei um tempo pra falar com vocês, pra não ficar só historia e aqui estou eu (AHVÁH).
Enfim, gostaria de quem lê deixasse um comentário dizendo do que esta achando, de dicas (não que eu esteja sem idéia, mas é bom quando tem um toque do povo) e se quiser me mandar pra outros lugares, também se sinta a vontade. (\o\)
Além disso queria dizer que a previsão de capítulos calculados para fic são de 20 ou 25, e eu ja tenho quase toda ela ja planejada \o\.
É a primeira vez que escrevo uma historia que envolve homosexualismo e confesso que estou pondo muito de mim em personagens e também pegando coisas que aconteceram comigo para deixar mais reais.
Vou adiantar que as coisas vão ficar tensas para o lado do Aoi, e o fim será bem dramático.
Pra quem quiser eu tenho outros trabalhos como uma aventura que escrevo, mas dei uma parada, estou convertendo a um livro bem detalhado (o link é esse http://artorianlcs.blogspot.com ) e também publico sobre moda no blog Your Dark Place, que esta concorrendo ao Top Blogs que vai voltar agora no finzinho de julho com varias novidades.

É isso, aguardem o capitulo 6, e como disse, comentem nesse post que eu vou ler com todo carinho desse mundo ok?
Abraço do Dai ^^"

Entre Gatos e Coelhos- Capitulo 5

Entre Gatos e Coelhos- Capitulo 5

Primeiros Contatos

Mesmo com o sorriso dele me confortando, eu não sabia o que dizer, pigmentos de palavras saiam de mim, o medo me fez correr para o banheiro, mas Sai veio atrás e me empurrou para o mesmo lugar no qual tivemos nosso primeiro contato, na cabine do banheiro, mas dessa vez estávamos em lados opostos, ele me deixou no lado da porta, eu pensei comigo “Bom eu vou apanhar dele agora” e antes que ele me falasse disse:

- Sai desculpa! Eu sei que sou idiota por ter feito aquilo pensando nos outros, mas... – Antes que pudesse acabar ele colocou seu dedo fechando meus lábios e eu me calei enquanto ele disse:

- Ai-chan- O lindo sorriso dele abriu-se novamente- Eu acho tão fofo isso, você está se descobrindo e fico feliz em saber que é comigo, porque eu estava esperando o momento certo para lhe dizer isso.

Arregalei os olhos e enquanto ele fechou o dele e sorriu falando:

- Eu gosto de meninos também.

Meu coração bateu mais forte, como se algo tivesse u o tocado e eu, não entendi porque, mas só deseja que os lábios dele, estivessem juntos aos meus. Botei as mãos na cabeça e me encolhi todo, chorando logo disse:

- Sai, eu não sei se vou poder ser quem você quer, eu confesso que estou apaixonado por você, pois eu penso em você todas as horas do meu dia, não durmo por pensar em você a noite e a única coisa que quero é estar entre seus braços, recebendo teus carinhos, teus beijos, mas sei que é impossível pois eu sou um cara que mantém uma reputação e minha família jamais nos aceitaria.

Ele colocou as mãos nos meus pulsos se aproximou de mim, seu rosto veio em direção aos meus, eu fixei o olhar no dele, senti a respiração dele no meu rosto, fechei os olhos e deixei que acontecesse. Naquele momento o tempo parou, parecia tudo estar em câmera lenta, estávamos tão próximos da felicidade, mas a voz de quem havia entrado naquele momento no banheiro me era familiar.

Meu irmão entrou no banheiro e gritou pelo meu nome, Sai também percebeu, logo paramos nosso momento “Titanic” e nos colocamos a pensar, o que iríamos fazer para que ele não nos visse ali. Ele então foi olhando por baixo da porta procurando por mim.

Eu e Sai não sabíamos o que fazer e eu só pensava em uma coisa “SOOOCOORROOOOOOO"

Continua....

é isso isso ai, espero que estejam gostando.
abraço do Dai ^^"

Entre Gatos e Coelhos - Capitulo 4

Entre Gatos e Coelhos - Capitulo 4

Desculpas simples.


- Claro que há! Eu não farei par com você, você é um garoto!

- Mas...- Sai tentou falar mais eu não deixei.

- Professora, diga o que acha disso!

- Aoi é uma peça de teatro, não vejo problema nenhum.

- A você é meio louca – Falei com tom de deboche e a sala toda riu- que raios está pensando fazendo um romance entre um gato e um coelho?

- Simples, a proposta da peça é sobre preconceito de raças, nada melhor que dois tipos de animais que são inimigos, coelhos são roedores e gatos felinos, desde os primórdios dos tempos, felinos comem roedores, acho que gatos e coelhos têm tudo haver para essa proposta.

- Ok sobe esses termos eu aceito, mas que fique bem claro, ele que não tente da uma de espertinho.

Você deve está se perguntando, o que aconteceu para eu mudar de idéia, é simples, eu não podia dar na cara que tava afim do Sai, todos no colégio espalhariam e meu irmão saberia, eu não gostaria nem de pensar o que minha família diria sobre isso. Tinha uma reputação a zelar e não ia querer perde-la.

Sai quando se sentou me olhou estranho, fiquei com medo de perder a amizade dele então no intervalo decidi ir falar com ele. Mas quando tocou o sinal a professora Kuahi me parou e disse que minha atitude foi idiota e que eu deveria conversar com Saitou. Foi então que corri para conversar com ele, procurei nos corredores, na praça de alimentação, na diretoria, nas salas e não achei, só havia um lugar onde ele poderia estar na biblioteca. Quando cheguei não o vi, mas a professora Ryukitsu estava logo perguntei ofegante para ela sobre ele, ela olhou para o nada como se tivesse alguém e disse que não o viu e perguntou o porquê de eu esta correndo atrás dele, eu logo falei:

- Eu errei com ele, pois neguei a ele algo que ele queria e aposto que neguei bem mais que apenas aquilo.

- Entendo você gosta dele?

- Ah!- apavorado falei – Sim, mas só como amigo sabe? Amiguinho... tanam nam nam sacas?

- AH MEU DEUS! – Apavorada ela falou- VOCÊ ESTÁ APAIXONADO POR ELE!

- NÃOOOOOOOOOOOO- fiquei vermelho e perdi todo o jeito quando ela falou.

- É sim, eu sei que está, mas posso te contar uma coisa? – falou no meu ouvido – eu e a Kuahi temos um caso secreto.

- Jura?- Espantado falei- Eu já desconfiava...

- Ah! Ta tão na cara assim?

- Ta sim.

- E você está apaixonado pelo menino esse que tanto procuras?

- Er... Pois é, eu acho que sim. -inseguro falei

- Acha?

- Ta eu tenho certeza, pois quando estou longe dele só quero estar perto dele e até quando estou perto dele eu quero estar bem mais, pois me sentiria tão bem entre os braços dele.

- Sei bem como é, mas o que você fez?

- Bom eu neguei fazer par com ele na peça que a professora Kuahi está dirigindo.

- ah só pela sua reputação de pegador não é?

- é... Só queria poder dizer desculpas para ele.

A professora abriu um sorriso e uma voz atrás de mim surgiu dizendo:

- Está desculpado Ai-chan.

Era Sai que estava atrás de uma das prateleiras de livros e ouvindo tudo, quando o vi, não soube onde enfiar a cara, mas o sorriso dele me confortou.

Entre Gatos e Coelhos - Capitulo 3

Entre Gatos e Coelhos - Capitulo 3


Gatos e Coelhos?

Após a conversa com Sai, vi que realmente gosta de meninos, senti aquilo quando ele estava perto de mim, voltei para casa pensando em como iria fazer, como ia viver, foi ai que meu irmão me convidou a ir ao posto. O posto era um posto de gasolina, que ficava 24 horas aberto, a galera da cidade se encontrava lá todas as quartas á noite.

Eu aceitei ir, encontrei meus amigos, por mais que me esforçasse para estar feliz com eles, só pensava naquele momento que estive com Sai, naquele momento, em minha mente, a lembrança daqueles olhos não me fez prosseguir, pois só queria estar entre os braços dele.

Despedi-me de todos e na tentativa de fugir de meus amigos encontrei minha ex-namorada, aquela que amei muito no passado, mas não sentira mais nada por ela no presente momento, ela pediu para me sentar com ela e comer um lanche, na primeira vez neguei, mas não segunda ela não deixou e então sentei e lanchei com ela.

Ela perguntou como eu estava se tinha alguma novidade, eu obviamente falei que não e perguntei se ela tinha alguma novidade, ela disse que não, e ai começou a “sessão drama mexicano”. Ela falou que sentia saudades, falou que sonhava comigo todas as noites e que se m mim parecia tudo vazio, ela não falou, mas eu já previa, ela queria voltar e eu não dei bola. O momento de silencio, um beijo pedia, mas faltava em mim vontade e prazer naquilo, como poderia beijar uma mulher cuja mesma eu não sentira mais prazer e ainda por cima, estava pensando em um homem.

No sopro de coragem recolhi meus pertences e sai do posto, dei o “tchau” mais frio que já dei na vida, fui para casa e dormi. Nos meus sonhos ele andava por todos os lados e quanto mais o via, mais meu desejo de ter aquela boca junto a minha aumentava, eu pensava só em estar enrolado aos braços dele.

Amanheceu e eu repetia toda a rotina de manhã, mas quando cheguei não fui recebido primeiramente pelas meninas e sim pelo Sai, ele me esperou no portão, quando cheguei perto dele estranhei ele abrir os braços com aquele sorriso enorme estampado no rosto, eu não sabia como agir e ele fico parado na minha frente como um bobo com os braços abertos, eu olhei para cima (sim ele é mais alto que eu) e disse um “oi”, logo o sorriso sai da cara dele e ele ficou me olhando com uma cara de duvida e os braços abertos e perguntou “que foi?” eu só disse “não entendi o porquê de você estar ai com os braços abertos”, ele sorriu e ai me abraçou bem forte, eu fiquei muito sem jeito e as meninas olharam aquela cena com cara de duvida, até que uma gritou “ AI-CHANNN E SAI-CHAN KAWAIIII”, todas gritaram o mesmo e logo a escola toda viu aquela cena, ele me soltou eu e ele fomos conversando sobre a escola e o que ele estava achando, mas eu andava de cabeça baixa de vergonha, só não sabia se era vergonha dele estar me olhando com aqueles olhos verdes, sou se era da escola toda que estava me olhando estranho.

Entramos na sala e a professora anunciou a seguinte frase:

- Bom alunos, estamos chegando perto do dia do meio ambiente na escola e os pequenos estão esperando o teatro que vocês ficaram devendo para eles, eu então pensei, logo escrevi um roteiro de uma peça na selva, e quero distribuir os papeis antes de começar a aula... – Antes que ela terminasse Sai levantou a mão e disse:

- Tem o papel de gato?

- Sim Saitou, tem gato, coelho, leão, lobo, tigre...

- Então anote ai, eu serei o Gato e o Aoi será o Coelho...

- Saitou, só tem um problema nisso...

- Qual?

- O gato e o coelho fazem um casal...

- Não tem problema, não é Ai-chan?

Naquele instante eu pensei “Legal! Sobrou para mim de novo”, não sabia o que falar, e ai eu disse:...

Continua...

Curiosidade não mata o gato aqui, então fiquem atentos para saber a resposta de Aoi, certo?
Abraço apertado do Daí!

Entre Gatos e Coelhos Capitulo 2

Entre gatos e coelhos - capitulo 2

Primeiro contato.

O medo invadiu meu coração, pois no momento em que o vi, já não sabia o que eu era, mas a sensação ao vê-lo foi muito gostosa, me senti em paz.

Ele se sentou ao lado da Kinsune, eu não consegui conter meu olhar, por sorte meu colega que estava ao meu lado pensou que eu estava olhando para a Kin, assim como, ela também achou, tanto que depois da aula foi falar comigo, mas não obteve sucesso, ela era loira, nada contra, mas não gostava de loiras. Durante a aula Saitou sentiu que alguém estava olhando para ele, creio nisso pelo fato de que ele olhava para trás o tempo todo.

Na hora do recreio eu, ainda com medo do que estava sentindo, fui ao banheiro, quando acabei de usar abri a porta e lá estava Saitou, com um sorriso estampado no rosto, ele brutamente me empurrou para dentro do banheiro e trancou a porta, foi então que segurou minha camisa e disse olhando fixamente para mim:

- Por que estava me olhando o tempo todo na sala?

- Eu... eu... – Naquele momento havia perdido as palavras, pois não conseguia tirar os olhos dos olhos dele, eram verdes e lindos e seu cabelo loiro estava na frente, ele prosseguiu:

- Olhe bem... Eu não sou o tipo de cara que curte que fiquem olhando, desculpa se te assustei, mas foi dessa mesma forma que me senti quando vi que você não parava de me olhar na aula.
Ele me soltou e começou a sorrir (de fato era um sorriso lindo) eu tímido respondi:

- Sinto muito, foi sem querer, não foi minha intenção...

- Que nada! Fica tranqüilo, só me desculpo por ter feito você se assustar, bom acho que tenho um amigo... Ou seria um inimigo?

- Um amigo... – Naquela hora eu estava ainda com as pernas bambas e olhando para os olhos dele.

- Certo, pode me chamar de Sai e eu posso de chamar de...?

- Aoi, é meu nome...

Quando achei que ele iria me cumprimentar ele me surpreendeu e me deu um abraço forte e apertado falando perto do meu ouvido:

- Prazer Aoi! Gostei muito de você, pois tem um jeito único, espero que sejamos mais do que bons amigos...

Eu com medo não consegui abraçá-lo, estava surpreso de mais e não consegui nem falar, ele parou de me abraçar e olhou de frente para mim e perguntou se eu estava bem, eu só disse um tímido “si... sim”, ele sorriu, se virou, abriu a porta, olhou para trás, e disse:

- Espero nos te ver sempre, Ai-chan...

Depois disso saiu, eu sentei no vazo e me escorei na parede e pensei, aquele abraço, aqueles olhos, aquele cabelo jogado na cara, as palavras, tudo me fez perceber que uma coisa leva a outra, e essas duas podem te levar a auto-destruição, pois eu estava me descobrindo, estava aprendendo quem eu era e o pior, que eu gostava de meninos.


Bom é isso, continuem acompanhando para saber o desenrolar da historia!

 

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